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Inflação, saúde, ministros, TAP e as “esquadras” chinesas: o debate no Parlamento em cinco pontos

António Costa voltou ao Parlamento para um debate marcado pela crise da inflação. Além de se responder às acusações de “truques”, o chefe do Executivo teve de defender ministros. E confirmou ainda que a TAP é para privatizar em 12 meses

NUNO FOX

António Costa apareceu para o debate desta quinta-feira sobre política geral no Parlamento em modo irónico e particularmente duro para o líder da bancada do PSD. O primeiro-ministro citou várias vezes o livro de Joaquim Miranda Sarmento, para dizer que o leu nas férias, que se vai “divertir” a ler os restantes livros do deputado social-democrata, lamentando não ter encontrado naquelas páginas “a varinha mágica para acabar com a inflação”.

A inflação foi mesmo o tema principal das perguntas dos deputados ao primeiro-ministro, sobretudo em relação ao efeito que esta terá sobre o poder de compra dos pensionistas. E aí voltaram as acusações de “truques” do Governo na atribuição extraordinária de meia pensão em outubro e outra metade em janeiro, em vez do pagamento ao valor da inflação total no início do ano, como a lei prevê.

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