As unidades hospitalares da Grande Lisboa estão a transferir doentes com covid-19 para o Norte, Centro e até para o Algarve, ao mesmo tempo que o hospital de campanha montado desde junho na Cidade Universitária para aliviar a pressão hospitalar na região está fechado. Tem 30 a 58 camas de internamento e para as pôr a funcionar só precisa de profissionais.
Em causa está a constituição de equipas num total de 10 a 12 especialistas, 20 a 30 internos, por exemplo de medicina geral e familiar, e 17 a 25 enfermeiros para as 30 a 58 hospitalizações previstas na primeira fase. São ainda necessários 15 assistentes operacionais e administrativos, no caso já assegurados pela Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e pelo Exército, respetivamente. Se for preciso, e tendo profissionais, o hospital de campanha pode assegurar até 300 camas.
Este é um artigo exclusivo. Se é assinante clique AQUI para continuar a ler. Para aceder a todos os conteúdos exclusivos do site do Expresso também pode usar o código que está na capa da revista E do Expresso.
Caso ainda não seja assinante, veja aqui as opções existentes e tenha acesso a todos os artigos