Valdemar Alves é o mais recente arguido na investigação da Polícia Judiciária e do Ministério Público de Coimbra aos fundos atribuídos à reconstrução das casas danificadas pelo incêndio de 17 de junho de 2017. Uma informação avançada pela TVI24 e confirmada pelo Expresso.
O caso, que conta com 43 arguidos, visa esclarecer as alegadas "irregularidades relacionadas com a reconstrução e reabilitação dos imóveis afetados pelos incêndios de Pedrógão Grande", esclareceu a Procuradoria-Geral da República ao Expresso.
Em causa estão crimes de corrupção, participação económica em negócio, burla qualificada e falsificação de documento.
No ano passado, no início desta investigação, a PJ de Coimbra realizou buscas na Câmara Municipal de Pedrógão Grande e na Casa da Cultura do município, onde funciona o gabinete do Fundo Revita para a reconstrução das casas destruídas em 2017.
Há quatro meses, o autarca tinha sido constituído arguido no caso dos incêndios da região centro, de junho de 2017, que mataram 66 pessoas e feriram mais de duzentas com gravidade. Não foi no entanto acusado.
[notícia atualizada com o número de arguidos]