Como acontece em muitos casos de violência doméstica, o juiz Carlos de Oliveira foi confrontado com duas versões diferentes sobre os mesmos factos. A mulher dizia que o marido a agredia e insultava, o homem confessou "empurrões" mútuos mas negou agressões. O juiz valorizou o depoimento do suspeito em detrimento do da alegada vítima e escreveu que uma mulher "moderna" dificilmente poderia ser vítima durante tanto tempo. A Relação de Coimbra discorda.
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