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Opinião

Uma Lei de Programação Militar para um novo contexto geoestratégico

O investimento de €5570 milhões — um aumento de 17,5% — permitirá responder às necessidades das Forças Armadas

Helena Carreiras

No passado dia 24 de fevereiro assinalámos um ano de invasão da Ucrânia pela Rússia. Desde então, temos enfrentado ameaças e desafios crescentes. O ambiente geoestratégico que nos rodeia passou a ser marcado pela contestação da ordem internacional, baseada em regras e princípios partilhados.

Os impactos de um mundo mais perigoso, instável e imprevisível determinam que atribuamos prioridade ao investimento nas capacidades militares nacionais. Enquanto instrumento financeiro plurianual, a Lei de Programação Militar (LPM) constitui uma peça fundamental para sustentar e modernizar armamentos e equipamentos.