O acordo entre o Estado português e os acionistas privados da TAP David Neeleman e Humberto Pedrosa para apoiar a companhia aérea está bloqueado na resistência de Neeleman em aceitar as condições impostas pelo Governo.
O tema que está a impedir que a negociação chegue a bom porto é a exigência do Governo para que os acionistas privados deixem cair a hipótese de recuperarem €227 milhões que entregaram à empresa através de prestações acessórias caso se verifique um aumento da participação do Estado. O Estado tem 50% da TAP e é quase certo que aumentará a sua participação com a provável conversão em capital de parte do empréstimo de €1,2 mil milhões que está autorizado pela Comissão Europeia a conceder à empresa.
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