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Hillary Clinton, a mulher que usou três nomes. Em quatro episódios, no TVCine Edition

Entre a feminista e a candidata há toda uma história para contar. A minissérie “Hillary” estreia-se esta semana no TVCine Edition

Entre a feminista e a candidata há toda uma história para contar. A minissérie “Hillary” estreia-se esta semana

A aproximação da data de estreia da minissérie documental “Hillary” faz pensar se haveria alguma hipótese de a campanha para as presidenciais americanas de 2016 ter decorrido de outra maneira se o apelido da candidata do Partido Democrata fosse outro. Ainda o dia de ir a votos estava longe e já todos sabiam que Donald Trump, o Presidente eleito nesse ano, é um homem que gera polémicas, ódios e paixões, e que Hillary Clinton, a candidata rival, é uma mulher que divide o eleitorado dos Estados Unidos e a opinião pública mundial. Indiscutível e factual é a circunstância de Hillary ser a primeira mulher (e ainda única) a ir a votos nas presidenciais dos Estados Unidos, “uma pioneira”, na definição dada pela realizadora da série “Hillary”, Nanette Burstein, ao Expresso: “Ela foi pioneira em muitos mais” acontecimentos, e o caminho trilhado pela determinada Hillary começa antes de ter casado com Bill Clinton e até antes de o ter conhecido.

Este é um artigo do semanário Expresso. Clique AQUI para continuar a ler.