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Cultura

Citemor. Este mundo não é só para novos

A Orquestina de Pigmeos apresenta “Mondego 2021”
Miguel Ribeiro Fernandes

Este ano na sua 43ª edição, o Citemor continua fiel aos princípios de criação, inovação e continuidade que sempre perseguiu

24-07-2021

No dia em que esta edição do Expresso é publicada, o Citemor terá apresentado já o seu primeiro espetáculo, “Velhas”, de Francisco Camacho (dia 22). É uma coreografia para profissionais com mais de 50 anos. Configura uma das ideias fortes desta edição do festival, a de que não são apenas os corpos jovens, esbeltos e na pujança da supremacia física que fazem parte da criação artística e, neste caso, do universo da dança. Há uma experiência, uma memória e uma capacidade de representação que só vem com a idade. Outros artistas, noutros lugares do mundo, já pensaram e agiram de acordo com estas ideias; mas a realidade em que estamos imersos joga “em dois tabuleiros distintos”, por assim dizer: por um lado, cantando os louvores da vida longa; por outro lado, enchendo o nosso universo imagístico com construções que reconfiguram, em permanência, quer o novo quer a juventude.

Este é um artigo do semanário Expresso. Clique AQUI para continuar a ler.