Era para ter sido em julho, como de costume, a pandemia empurrou-o para o outono e agora aí está, a partir de hoje e até dia 11, o Curtas Vila do Conde 2020, evento que pela vigésima oitava vez acontece na cidade da foz do rio Ave e que, como o nome anuncia, se dedica ao vasto reino dos filmes de curta-metragem. É já um clássico no panorama cinematográfico do país, com responsabilidades notórias no incremento da produção portuguesa e como catapulta para a sua divulgação intramuros e para lá da fronteira.
A sua Competição Nacional, onde é uso agrupar o melhor da nossa produção em formato curto, é sempre a secção para onde convergem mais atenções, tanto que, este ano, vai sair dos limites de Vila do Conde e ser apresentada, em bloco, noutras cidades, dentro do período do festival. Poderá ser vista no Porto (cinema Trindade, entre segunda e sexta-feira), em Faro (auditório do Instituto Português do Desporto e Juventude, entre terça e o próximo sábado) e em Lisboa (cinema Ideal, entre quarta e domingo) e com a presença de realizadores, tal como no festival.